
Quando o grupo de usuários de um produto interativo está geograficamente disperso e não há recursos suficientes para trazê-los até o laboratório de usabilidade nem levar um laboratório portátil até eles, o jeito é fazer testes de usabilidade remotos.
No caso de websites, a forma mais simples de fazer um teste como esse é ligar para o usuário e pedir que ele use o website a partir do seu computador, verbalizando as dificuldades. O usuário descreve o que está vendo na tela e o facilitador do teste tenta fazer no seu PC as mesmas ações para entender melhor o que está acontecendo. O problema é que os usuários não sabem descrever bem o que estão vendo (lembre-se que eles não sabem os nomes dos widgets) e a tarefa extra de descrever desperdiça tempo que poderia estar sendo usado para usar o produto de verdade. Já tentei fazer testes assim e foi frustrante, tanto pra mim quanto pro usuário.
No caso de websites, a forma mais simples de fazer um teste como esse é ligar para o usuário e pedir que ele use o website a partir do seu computador, verbalizando as dificuldades. O usuário descreve o que está vendo na tela e o facilitador do teste tenta fazer no seu PC as mesmas ações para entender melhor o que está acontecendo. O problema é que os usuários não sabem descrever bem o que estão vendo (lembre-se que eles não sabem os nomes dos widgets) e a tarefa extra de descrever desperdiça tempo que poderia estar sendo usado para usar o produto de verdade. Já tentei fazer testes assim e foi frustrante, tanto pra mim quanto pro usuário.